Raça Minhota

A designação oficial da raça corresponde à toponímia da região tradicional de produção, situada entre Douro e Minho, na qual se insere o seu solar e onde se encontra a maior parte do efectivo da raça.
Como curiosidade, registe-se que, em 1873, a raça foi dividida nos seguintes três grupos (ou famílias) correspondentes à região de produção ou à cor da pelagem: Viannezes ou Vermelhos, Marellos e Braguezes. O grupo dos Vermelhos expandiu-se e absorveu os restantes grupos, dando origem à população base da actual raça. Estas designações ainda são utilizadas por muitos criadores que frequentemente atribuem aos seus animais os nomes de Vermelha ou Marela. Porém, ao longo da sua história a raça foi designada por ora por Minhota ora por Galega. Entretanto, no início do Registo Zootécnico, a designação adoptada foi raça Galega, denominação que se manteve até 2002 e que ainda é comum entre grande parte dos criadores. No entanto, a necessidade de distinção entre esta raça e a Rubia Gallega, obrigou à adopção do nome Minhota como designação oficial, a partir de 1996. Em 1997 entrou em funcionamento o Registo Zootécnico/Livro Genealógico da raça Minhota, dando-se início às acções de caracterização e identificação dos animais correspondentes ao Padrão da Raça e às medidas de preservação e melhoramento. O esforço de preservação da raça foi reforçado em 2001 com o início da produção de sémen de touros minhotos e em 2002 com o reconhecimento do perigo de extinção e a possibilidade da candidatura dos criadores às Medidas AgroAmbientais. Foi depois o caminho trilhado que levou à depuração da raça e permitiu a certificação da sua em 2013.

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